O aspecto da unidade humana é contemporâneo,
assim a proposta de Limón é atual. Temos a necessidade do olhar interno, porém
sem conceitos sociais atrofiantes e sim com uma sinceridade e valorização das
nossas particularidades, ao mesmo tempo estando dispostos a colocá-las à
disposição para o diálogo com as particularidades do outro, abertos à criação
espontânea e real, à relação humana e natural. Assim a arte continua... a retratar
as realidades do homem em seu tempo. E “retratar” já não é mais a palavra a se
usar.
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