Norah...

http://youtu.be/T2_9Rkk4f_g

A dualidade é o bioequilíbrio e a integração é a força impulsionante de princípio cósmico...

E a oposição é a força impulsionante do princípio caótico.

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Todo esse trabalho de exploração da sensibilidade humana eu absorvo como fortalecimento da sensibilidade artística, que é o meu foco de pesquisa para o trabalho de conclusão de curso, em que toda a sensibilidade humana é “corporeificada”, aceita pelo corpo, tem passagem livre por ele, criando um corpo/ambiente de fluência potente e de uma presença objetiva, objetividade essa que tratada pelo corpo tem como aliada a subjetividade de criações que partem da sensibilidade humana, que é única e respeita as individualidades características do corpo. Sendo assim um corpo que não apenas dança, mas torna-se dança, como cita Rolando Toro no livro Biodanza.

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Valorizar não só o corpo, mas também o que há dentro dele e também tudo aquilo que, nômade ou não, o habita.

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Hoje nada de poética concreta.

Por que a hipocrisia da boa ação? Vestir-se de conceitos/convenções padrões sociais de "bem viver" desvalorizar seus próprios desejos, idéias, visões, que se anulam numa reciprocidade fútil, muitas vezes, simplesmente, por serem coletividades hipócritas. Códigos, protocolos... do hábito.
Espero que cada um tenha olhos pra si mesmo, enxergue suas próprias forças e belezas, se entenda e seja seu constante auge de energia pulsante. Que cada um encontre sua única força, assim tendo fluência e pureza líquida. A dualidade e a integração só existem quando cada polo está inteiramente vivo.
A dualidade é o bioequilíbrio e a integração é a força impulsionante de princípio cósmico.

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Nenhum dia era igual.

Qualquer coisa pode falar
Da areia agora olho pro mar
Já estve longe, bem longe daqui
Fechei os olhos e o mar cantou pra mim
Um som sem explicação
O mar, o céu, a areia, ilusão
Falou sobre tudo que tinha ao seu redor
Ele não corria mas dizia que ali era melhor
Eram sempre as mesmas coisas
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Mas nenhum dia era igual
Ele nunca cantou a mesma música
Sempre tinha o que inventar
Eu me contento em poder olhar
Uma melodia que sempre muda
Mas é muda por não falar
Em se calar tem beleza
A proeza de um sábio
De tão hábil
Não se esquece do seu único lugar

Não existem limites ele diz
Se existem porque ele toca o céu
Que por sí próprio vive o infinito
Sem saber até onde vai
Existem o réu e o Juíz mas nada acaba aí
Ou o que pode acontecer
Quem prova que é o fim (dúvida)
Já nem sei onde estou quase me perdi
Enquanto o mar cantou
Me levou e eu nem vi.

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O amor talvez seja um símbolo de o quanto o homem evoluiu racionalmente e conseguiu colocar esse símbolo em meio ao capitalismo, simplesmente codificou uma sensação, um sentimento e o materializa hoje, afundando-o junto com outras coisas boas nesse mar de conhecimento, racionalidade e personalidade extremamente desenvolvidos. O homem sempre vai encontrar soluções pr'os seus problemas na sua origem mais primata.

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Travesseiro molhado

Peito pesado reforçado Deus

Exercitado de sofrer carregado de querer

Travesseiro molhado corpo cansado e inquieto e acelerado

Lençol quente cobertor no armário mala em cima do armário

Fotos do aquário fundo e raso apnéia do fardo sumário estado de lamento lamentável

Instável corpo instável esta-velando passado

Apnéia de amor a féria em dor a espera de ardor dor incor lor

Arcor Iris verdor brilhantissíssimo e opaco

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Apago impacto paco em paco in capa paco

Blues de chumbo chumbos de shotguns trincheiras inteiras de corridas correndo na beira

Penhascos e penhascos de asa-delta.

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